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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Quem são os leitores do Zentropa?

O clã Zentropa é uma das referências desta casa e um exemplo para toda uma área. Agora decidiu fazer um breve questionário aos seus leitores para os ficar a conhecer melhor. Abaixo está a tradução das questões, que devem ser respondidas e publicadas como comentário aqui.


1) Como ouviste falar do Zentropa e da sua comunidade?

2) Com que frequência lês o Zentropa? Todos os dias, várias vezes ao dia, semanalmente, de vez em quando?

3) Qualifica de 1 a 5 os seguintes conteúdos do Zentropa (1=mais interessado, 5= menos interessado): Fotografias e imagens / Vídeos / Citações e sinopses de livros / documentos inéditos / Entrevistas

4) És membro de alguma organização política? Se sim, qual?

5) Estás envolvido em alguma associação? Se sim, qual?

6) Tens algum blogue ou colaboras num? Se sim, qual?

7)Alguma vez sugeriste conteúdos a publicar no Zentropa?

8) Promoves o Zentropa? Se sim, por que meios?

Por favor responde com comentários.

sábado, 25 de abril de 2009

domingo, 14 de dezembro de 2008

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Amateur, interracial, mature, gangbang, blowjob, teen...

«A pornografia desregula as relações sexuais clássicas. Transforma as pessoas em escravas e empurra-as para um modo de vida destruidor que arruína as suas relações ao mesmo tempo que enriquece os canalhas. Se não é nas aulas de biologia na escola, hoje, a maior parte dos jovens têm o primeiro contacto com o sexo através da pornografia. Antes do surgimento dos Media de Massa, essas imagens eram relativamente difíceis de encontrar. Eram vendidas às escondidas. Actualmente a pornografia está por todo o lado, em particular na Internet. Banalizou-se ao ponto de já não ser controversa, excepto sob as suas formas mais extremas. Antes mesmo da sua primeira relação sexual com uma mulher, milhões de jovens homens passam a adolescência a apurar a sua experiência sexual.

A experiência tem uma influência muito pequena na reprodução dos pequenos animais. Um rato não experimentado chegará instintivamente a copular tão bem quanto um rato mais velho. É diferente no caso dos primatas. Os jovens símios têm necessidade de ver os mais velhos e reproduzir as suas posturas. Os símios criados em isolamento numa jaula, de onde podem ver mas não tocar outros símios são, em geral, incapazes de copular na idade adulta.

Os seres humanos que vêm pornografia, em particular os jovens, programam o seu cérebro com experiências que os afectarão na sua vida sexual. Nos filmes pornográficos, a ausência da ideia de que os casais podem estar apaixonados é uma influência muito perniciosa. Na maior parte do tempo, são dois desconhecidos, e frequentemente mais, que decidem ter uma relação sexual. Isto contribui para dissociar o sexo do amor. Sem falar dos elementos de humilhação e violência que encontramos na maioria desses filmes.

Os homens e as mulheres têm uma concepção estranha uns dos outros também por culpa da pornografia. Consequentemente, numerosas mulheres pensam que todos os homens têm as mesmas perversões. Elas pensam que devem comportar-se e parecer como “estrelas porno” afim de poderem seduzir os homens da sua escolha. Cada vez mais não hesitam em recorrer à cirurgia plástica para chegar aos seus fins. E o facto é que cada vez mais homens esperam verdadeiramente que as suas mulheres se pareçam com esse estereótipo.

A pornografia é também uma causa de impotência entre os homens. Age como uma droga que condiciona o seu utilizador a deixar de apreciar os prazeres naturais que a vida oferece. Fazer amor com a sua esposa pode rapidamente tornar-se banal em comparação com os milhares de imagens e de filmes a que se pode facilmente ter acesso hoje em dia na Internet. Isto tem tendência a emascular os homens, visto que já não conseguem verdadeiramente ser excitados por uma mulher autêntica. Esta situação torna-se realmente patética. O dinheiro gerado por esta indústria e as suas consequências é enorme. Não falamos aqui somente dos milhões directamente aplicados na indústria mas também das terapias, dos divórcios e dos medicamentos, de tipo viagra, que supostamente resolvem os problemas de erecção. A sociedade paga o preço, sem falar dos indivíduos, mas essa mesma sociedade não é doravante animada por nada mais que o desejo de lucro.

O culto do individualismo faz crer que a vida é feita unicamente para o prazer e que não há nada de mal em satisfazer-se. No passado as religiões ofereciam princípios de vida que foram depois invertidos. Hoje em dia, a maior parte das pessoas não conhecem limites morais e viram-se para os Media para ter uma ideia do que é socialmente aceitável. São assim muito vulneráveis a todos aqueles que os querem explorar. Os Media vendem-lhes o que lhes pode dar prazer e mantê-los calmos. O sexo vende e tornou-se um produto muito lucrativo.

Não se espere, portanto, dos nossos governos o que quer que seja para resolver o problema. São cúmplices. Cabe-nos, então, a cada um nós, procurar que ninguém por quem tenhamos afecto caia na armadilha.»

Zentropa.Info

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

A falange dos zentropistas

Entrevista ao blogue Zentropa traduzida a partir da revista "Le Choc du Mois".

O blogue Zentropa.info não se assemelha a nenhum outro. Futurista, nacionalista, europeu, combina um grafismo vanguardista com uma linha resolutamente anti-moderna. Entrevista com a equipa editorial.


Porquê «Zentropa»?
O nome tem origem num filme neo-expressionista. Enquanto alguns sobressaltos agitam ainda a Alemanha no crepúsculo da segunda guerra civil europeia, uma companhia de caminhos-de-ferro, Zentropa, recomeça penosamente a circular pelas velhas pátrias, tornando-se símbolo de reconstrução e de uma possível unidade.

Um blogue como os outros?
Zentropa é a expressão política de uma falange de camaradas disseminados por vários continentes. O blogue é simplesmente um instrumento de comunicação, de criação e de informação, ao serviço dessa comunidade. O que origina várias diferenças. A primeira, é a sobriedade do anonimato em contraste com a blogosfera onde pululam os egos. Em seguida, a persistência exigida: cerca de oito novas rubricas quotidianas desde há vários anos. Segue-se o seu carácter internacional e pluri-linguístico. É, por fim e sobretudo, por trás da janela virtual a realidade do clã zentropista. Se há efectivamente um estilo Zentropa, é primeiro que tudo o estilo de vida dos zentropistas.

Quem são os zentropistas?
O clã que formamos visa, por um lado, impedir o emburguesamento dos seus membros assegurando uma solidariedade material e moral infalível entre estes, enquanto por outro lado, procuramos incentivar os nossos contemporâneos para o desprezo pela vida cómoda e a revolta contra o mundo moderno. Nem sectários nem odiosos, preferimos a política de exemplo à do bode expiatório. O espírito zentropista posiciona-se sob a égide de Primo de Rivera, que declarou: "No curso dos séculos que viram amadurecer o esforço que conduziu ao Império, não se dizia "contra os mouros" mas "Santiago de Espanha", que era um grito de esforço, de ofensiva. Da Espanha una, grande e livre e não da Espanha cobarde e medíocre."

Quais os vossos objectivos?
Na base do nacionalismo e do sindicalismo revolucionário, o projecto Zentropa apoia e divulga a actualidade do activismo de terreno (nas ruas, nos estádios, nos concertos) de Portugal à Rússia, da Suécia à Grécia e particularmente do vanguardismo italiano. Mas o blogue Zentropa ultrapassa largamente o estrito quadro político para difundir os críticos da nossa sociedade industrial e consumista (Baudrillard, Anders, de Benoist, etc.); promover princípios de fidelidade, de ordem, de justiça social mas também defender e ilustrar o decrescimento económico ou o dadaísmo; dar a conhecer personagens ignoradas (Georges Valois, Italo Balbo, Gyp, marquês de Morès); organizar concertos, conferências, criar vídeos e uma literatura que coloca em evidência a abjecção do mundo contemporâneo. Resumidamente, criar novos argumentários, novas formas de expressão e agitação político-cultural, novas relações militantes.
Pela música, pela imagem, pelo discurso, pela crítica metafísica ou pela prática religiosa e por outros meios ainda por descobrir, o projecto Zentropa procura fazer renascer a força da ligação comunitária e alterar os comportamentos. Por uma comunidade de homens de pé, no tumulto da festa como no caos dos combates, uma só palavra: Zentropa!

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Contra o racismo

Zentropa
A noção de racismo tem sido deformada e instrumentalizada pelo pensamento único de forma a penalizar vilmente todos os homens preocupados com a defesa da identidade europeia e a diversidade cultural, num Mundo onde perdemos o verdadeiro significado desta sórdida palavra.
Alguns militantes, à força de entender o que quer dizer este termo, acabaram por aceitar com passividade esta denominação.
Mesmo assim, a imbecilidade do anti-racismo patológico com fundo totalitário não retira nada à fealdade imunda do que é o racismo real. O racismo é odioso, não porque seja “inumano” (é muito humano, demasiado humano aliás…), ou que remeta às “horas mais escuras da nossa história” (expressou-se muito antes e muito depois disso), ou porque seja “bárbaro” (a modernidade produz bárbaros tanto ou mais que em qualquer outra época), mas simplesmente porque é a forma “mais pura” da estupidez.
Que é o verdadeiro (clássico) racismo? É o ódio ou o desprezo experimentado a priori por uma pessoa, baseando-se na sua origem ou cor de pele, independentemente de outro critério. É julgar os outros em função, não do que “faz”, mas do que biologicamente “é”. Não podemos imaginar uma negação mais absoluta do que é o pensamento.
Esta patologia mental, que é o racismo, pode por outra parte tomar formas distintas e às vezes inesperadas. Assim, o antifascismo militante é inegavelmente uma forma de “racismo”, já que nega toda a humanidade de um grupo designado e sem preocupação de análise, de confronto, de discussão ou de comparação.
O “fascista” é um “cabrão” por natureza, sem lugar a comportamentos concretos e reais, negando qualquer generosidade ou verticalidade na sua existência diária. É culpado de tudo o que é.
O antirracismo contemporâneo é também uma forma de “racismo”, já que tende a conferir a priori “qualidades” a minorias devido unicamente ao seu estatuto, exactamente como os racistas “clássicos” lhes imputam “defeitos” pela mesma razão. Xenofilia e xenofobia são duas faces da mesma incapacidade que deve assumir o que somos, gerindo as respectivas diferenças.
O crime fundamental da esquerda é ter utilizado (correndo o risco de o banalizar perigosamente) a acusação de “racismo” para colocar no mesmo saco quer fenómenos distintos e complexos quer outros, honrados e dignos. Particularidades regionais, patriotismo, interrogações históricas, orgulho identitário, tudo isto está sob a fétida bandeira do “racismo”, aos olhos dos apoiantes de um mundo indiferenciado reduzido a um gigantesco mercado.
Mas no entanto, nem o etno-diferencialismo, nem a consciência identitária das divergências e incompatibilidades culturais (que não induzem de qualquer forma a hierarquias), nem o amor pelas tradições (começo do conhecimento dos outros) estão do lado do “racismo”. Aliás, são estas as mais seguras e eficazes defesas contra a sua expressão. E o facto de que algumas gárgulas rancorosas se servirem efectivamente destes conceitos como máscara das suas frustrações e outras sórdidas obsessões não altera a verdade.
Um mundo multipolar, diferenciado e rico nas suas identidades é um mundo não-racista.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Aide toi!

Zentropa«Que faz o Estado?», «Que fazem os responsáveis públicos?», «Que faz a polícia?»...
Aqui estão, as questões que surgem frequentemente na boca dos franceses confrontados com o crescimento exponencial da barbárie urbana e da anemia social. Fazem essas interrogações sem fim, como que para se esquecerem do que não fazem, eles mesmos, para remediar a situação que denunciam, queixando-se dia-a-dia cada vez mais.
É claro que as instituições falham e que os responsáveis públicos se demitem das suas responsabilidades, mas ninguém diz nada se apenas nos contentamos com a constatação destes factos. Como imaginar a prevalência de um tal sistema sem a cumplicidade ou passividade (o que vai dar ao mesmo) de uma larga maioria dos seus membros?
A responsabilidade é tão individual como colectiva.
Cabe ao cidadão fazer respeitar, no seu quotidiano, os imperativos mínimos da vida em comunidade, de recusar os insultos, de defender as vitimas, de se solidarizar face às agressões, de se proteger e revoltar. Em vez de esperar por soluções globais e milagrosas, provenientes de entidades superiores descarnadas que pairam divinamente acima de todos nós, seja a Lei, a Justiça, o Poder, etc...
Se eu não participar e actuar dentro da esfera pública, isto é, acima do interesse individual e na superfície do interesse colectivo, então não terei legitimidade para me queixar. Serei indigno de exigir aos outros a coragem que eu próprio não possuo.
Não pedimos heróis, pedimos Homens.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

«Area 19», uma miragem bem real

(via Zentropa)

Em plena Roma, a alguns passos do estádio olímpico, situa-se a «Area 19», a nova e já mítica ocupação realizada pelos militantes activistas da Casapound e da Fiamma Tricolore.

O que mais impressiona à primeira vista neste local é a sua dimensão. É realmente gigantesca esta antiga estação de metro construída para o campeonato do mundo de futebol, mas nunca concluída e utilizada parcialmente durante apenas quinze dias.

Até agora, foi um triste símbolo do desperdício estático e da incompetência irresponsável de uma plutocracia que desperdiça alegremente o dinheiro dos cidadãos sem nunca lhes prestar contas. A «Area 19» encarna doravante a vingança deste povo traído e enganado que ousa agora reapropriar-se do bem de que foi espoliado e que está decidido a não se deixar mais depenar passivamente pelos especuladores em todas as formas.

Por outro lado, para além deste forte simbolismo político, a «Area 19» oferece também aos militantes romanos uma estrutura cultural de primeira linha onde já foi organizado um concerto que reuniu mais de 600 pessoas e onde começam a florescer pinturas murais que transformarão, pouco a pouco, este cenário kakfiano feito de galerias intermináveis e túneis cruzados banhados de luz eléctrica intermitente, num lugar privilegiado da criatividade e da agit-prop identitária e social europeia.

A visita desta nova praça forte da rebelião é também uma ocasião para saudar, mais uma vez, o dinamismo e a abnegação dos militantes romanos que, visivelmente animados por uma chama sagrada que nada pode esmorecer, asseguram a guarda permanente e a renovação dos locais.

E quando, no coração da noite, brotar das gargantas dos camaradas reunidos à volta do seu chefe o tradicional grito de união «Eja, Eja, Alala» que ecoa quase sem fim no labirinto de betão, não poderemos evitar sentir um arrepio na nuca. Um arrepio rápido e violento que se assemelha um pouco à esperança.