Mostrar mensagens com a etiqueta Efemérides. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Efemérides. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 11 de maio de 2010

9 de Maio

A manifestação unitária contra o mundialismo agendada para o passado dia 9 de Maio em Paris excedeu as melhores expectativas. Mais de mil nacionalistas e identitários de diferentes grupos e organizações marcharam juntos, para no fim ouvirem as palavras de Pierre Vial, presidente da Terre et Peuple, Robert Spieler, delegado geral da NDP, e Serge Ayoub, organizador do acto, que recordou o malogrado militante nacionalista francês Sébastien Deyzieu.

Uma nota para a contra-manifestação que foi organizada pela extrema-esquerda para o mesmo dia, mas... no lado oposto da cidade e quatro horas depois!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

1 de Dezembro de 1640


"No dia 1 de Dezembro de 1640, numerosos fidalgos armados acorrem ao paço habitado pela Duquesa de Mântua, vice-rainha de Portugal. Penetram no Palácio, vencem as resistências e executam Miguel de Vasconcelos, traidor à Pátria, hediondo símbolo do domínio dos Áustrias. O velho D. Miguel de Almeida assoma a uma varanda e anuncia ao Povo a libertação do Reino. Forma-se imediatamente uma grande multidão que aclama El-Rei D. João IV.
Esta Revolução, preparada havia meses, deve-se essencialmente à coragem, à dedicação e ao entusiasmo viril de um punhado de conjurados, jovens fidalgos reunidos em volta de D. Antão de Almada. Foi no Palácio dos condes de Almada, hoje sede do Comissariado Nacional da Mocidade Portuguesa, que se realizaram as reuniões secretas dos Restauradores. É digno e justo apontar às novas gerações o nobre exemplo que esta data encerra. Não devemos esquecer que a acção firme e consciente de uma pequena élite pode salvar uma situação considerada desesperada.
Quando certos princípios estão em perigo, quando a Justiça e o Direito são ultrajados, a inacção chama-se complacência culpável, e a renúncia chama-se cobardia. Mas isso não se dirá de nós. No momento em que a Pátria sofre mutilações e feridas no seu corpo, não podemos tolerar que seja também atacada no seu espírito. A juventude que salvou Portugal em 1640 tem de ser o exemplo da juventude actual para vencermos e aniquilarmos a traição."

Luís Fernandes
in «Agora», n.º 289, 17.12.1966.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

10 de Junho

Dia de Portugal, de Camões, da Raça e das Comunidades Portuguesas.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

O fim da macacada

A Revolução de 28 de Maio de 1926, Golpe de 28 de Maio de 1926 ou Movimento do 28 de Maio, também conhecida por Revolução Nacional, foi um pronunciamento militar de cariz nacionalista e anti-parlamentar que pôs termo à Primeira República Portuguesa, levando à implantação da auto-denominada Ditadura Nacional, depois transformada, após a aprovação da Constituição de 1933, em Estado Novo, regime que se manteve no poder em Portugal até à Revolução dos Cravos de 25 de Abril de 1974. De vulgar golpe militar, o movimento iniciado a 28 de Maio transformou-se numa vastíssima coligação de republicanos conservadores, monárquicos e nacionalistas revolucionários com um núcleo de jovens oficiais, apoiado e aceite por todos os sectores sociais e pela esmagadora maioria dos portugueses A revolução começou em Braga, comandada pelo general Gomes da Costa, sendo seguida de imediato em outras cidades como Porto, Lisboa, Évora, Coimbra e Santarém. Consumado o triunfo do movimento, a 6 de Junho de 1926, na Avenida da Liberdade em Lisboa, Gomes da Costa desfilou à frente de 15 mil homens, sendo aclamado pelo povo da capital.

sábado, 9 de maio de 2009

C9M

No dia 7 de Maio de 1994, em França, o GUD (Grupo União e Defesa) e a JNR (Juventude Nacional-Revolucionária) organizavam uma manifestação com o objectivo de protestar contra a ostentação ultrajante das comemorações do desembarque americano do dia D. Era também a ocasião para apontar todas as mortes causadas durante os últimos 50 anos pelas guerras do imperialismo yankee.

Sébastien Deyzieu, jovem militante nacionalista francês de 22 anos, saiu de casa para participar nessa manifestação mas nunca regressou. Num episódio ainda por esclarecer, polícias à paisana perseguiram-no até aos telhados de um edifício do centro de Paris, de onde caiu em estranhas circunstâncias. Após dois dias de agonia, faleceu no hospital, tocando a consciência de muitos franceses e convertendo o dia 9 de Maio numa jornada de lembrança e luta para todos os patriotas gauleses.

Desde há 14 anos, todos os dias 9 de Maio, centenas de pessoas marcham por Paris em honra de Sébastien Deyzieu, depositando coroas de flores no lugar onde encontrou a morte e repelindo com bravura, como ocorreu em 2006, as agressões de quem se interpõe no caminho.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Não apaguem a memória

A 13 de Março de 1975, ao chegar de mota a casa, Sergio Ramelli — estudante italiano de 19 anos simpatizante da organização juvenil Fronte della Gioventù — era brutal e cobardemente atacado por vários activistas do grupo de extrema-esquerda Avanguardia Operaia armados de chaves inglesas. Depois de um mês em coma e um breve momento de lucidez, Sergio acabaria por morrer a 29 de Abril de 1975.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Debates

«O senhor não vê a facilidade com que toda a gente discute nos jornais e pelos cafés, sem que, por assim dizer, surja ninguém com colaborações sérias e valiosas que tanto seriam de agradecer? Duma maneira geral, não há, neste País, quem realize. Pensa-se e divaga-se com abundância e facilidade impressionantes, mas, chegados á hora das realizações serenas, das provas reais, poucos são os que resistem à seriedade grave dos problemas que pesam sobre o país».

António Oliveira Salazar
in "Citações", Org. de Fernando de Castro Brandão, 2008.

28 de Abril

domingo, 26 de abril de 2009

Nuno Álvares Pereira

Nuno Álvares Pereira, também conhecido como o Santo Condestável, São Nuno de Santa Maria, ou simplesmente Nun'Álvares (Cernache do Bonjardim, 24 de Junho 1360 – 1 de Novembro 1431) foi um nobre e um guerreiro português do século XIV que desempenhou um papel fundamental na crise de 1383-1385, onde Portugal jogou a sua independência contra Castela.

D. Nuno Álvares Pereira nasceu em Cernache do Bonjardim, concelho da Sertã. É um dos 26 filhos conhecidos do prior do Crato, D. Álvaro Gonçalves Pereira e de D.Iria Gonçalves do Carvalhal. Casou com Leonor de Alvim a 1377 em Vila Nova da Rainha, freguesia do concelho de Azambuja.
Quando o Rei Fernando de Portugal morreu em 1383, sem herdeiros a não ser a princesa D.Beatriz casada com o Rei João I de Castela, D. Nuno foi um dos primeiros nobres a apoiar as pretensões de João, o Mestre de Avis à coroa. Apesar de ser filho ilegítimo de D. Pedro I de Portugal, D. João afigurava-se como uma hipótese preferível à perda de independência para os castelhanos. Depois da primeira vitória de D. Nuno Álvares Pereira frente aos castelhanos na batalha dos Atoleiros em Abril de 1384, D. João de Avis nomeia-o Condestável de Portugal e Conde de Ourém.
A 6 de Abril de 1385, D. João é reconhecido pelas cortes reunidas em Coimbra como Rei de Portugal. Esta posição de força portuguesa desencadeia uma resposta à altura em Castela. D. João de Castela invade Portugal com vista a proteger os interesses de sua mulher D. Beatriz. D. Nuno Álvares Pereira toma o controlo da situação no terreno e inicia uma série de cercos a cidades leais a Castela, localizadas principalmente no Norte do país.
A 14 de Agosto, D. Nuno Álvares Pereira mostra o seu génio militar ao vencer a batalha de Aljubarrota à frente de um pequeno exército de 6000 portugueses e aliados ingleses, contra as 30 000 tropas castelhanas. A batalha viria a ser decisiva no fim da instabilidade política de 1383-1385 e na consolidação da independência portuguesa. Finda a ameaça castelhana, D. Nuno Álvares Pereira permaneceu como condestável do reino e tornou-se Conde de Arraiolos e Barcelos. Entre 1385 e 1390, ano da morte de D. João de Castela, dedicou-se a realizar raides contra a fronteira de Castela, com o objectivo de manter a pressão e dissuadir o país vizinho de novos ataques.
Do seu casamento com D. Leonor de Alvim, o Condestável teve 3 filhos, mas apenas uma filha teve descendência, D. Beatriz Pereira de Alvim, que se tornou mulher de D. Afonso, o primeiro Duque de Bragança, dando origem à Casa de Bragança, que viria a reinar três séculos mais tarde.
Após a morte da sua mulher, tornou-se carmelita (entrou na Ordem em 1423, no Convento do Carmo, que fundara como cumprimento de um voto). Toma o nome de Irmão Nuno de Santa Maria. Aí permanece até à morte, ocorrida em 1 de Novembro de 1431, com 71 anos.
Durante o seu último ano de vida, o Rei D. João I fez-lhe uma visita no Carmo. D. João sempre considerou que fora Nuno Álvares Pereira o seu mais próximo amigo, que o colocara no trono e salvara a independência de Portugal.
Há uma história apócrifa, em que Dom João de Castela teria ido ao Convento do Carmo encontrar-se com Nun'Álvares, e ter-lhe-á perguntado qual seria a sua posição se Castela novamente invadisse Portugal. O irmão Nuno terá levantado o seu hábito, e mostrado, por baixo deste, a sua cota de malha, indicando a sua disponibilidade para servir o seu país sempre que necessário.
Nuno Álvares Pereira foi beatificado aos 23 de Janeiro de 1918 pelo Papa Bento XV, que consagrou o dia 6 de Novembro ao, então, beato. Iniciado em 1940, o processo de canonização foi posteriormente interrompido e, em 2004 reiniciado.
No Consistório de 21 de Fevereiro de 2009 - acto formal no qual o Papa pediu aos Cardeais para confirmarem os processos de canonização já concluídos -, o Papa Bento XVI anunciou para 26 de Abril de 2009 a canonização do Beato Nuno de Santa Maria, juntamente com 4 outros novos santos. O processo referente a Nuno Álvares Pereira encontrava-se concluído desde a Primavera de 2008, noventa anos após sua beatificação.
Nuno de Santa Maria foi canonizado por Sua Santidade Bento XVI às 09:34 (hora Portuguesa) de 26 de Abril de 2009.

domingo, 5 de outubro de 2008

5 de Outubro de 1143

O Tratado de Zamora foi o resultado da conferência de paz entre Afonso Henriques e o rei Afonso VII de Leão e Castela, a 5 de Outubro de 1143, marcando a data da independência de Portugal e o início da dinastia afonsina. Vitorioso na Ourique, em 1139, Afonso Henriques beneficiou da acção desenvolvida, em favor da constituição do novo reino de Portugal, pelo arcebispo de Braga, Dom João Peculiar. Este procurou conciliar os dois primeiros e fez com que eles se encontrassem em Zamora nos dias 4 e 5 de Outubro de 1143, com a presença do cardeal Guido de Vico.
A soberania portuguesa, reconhecida por Afonso VII em Zamora, só veio a ser confirmada pelo Papa Alexandre III em 1179, mas o título de Rei de Portugal, que Afonso Henriques usava desde 1140, foi confirmado em Zamora, comprometendo-se então o monarca português, ante o cardeal Guido de Vico, a considerar-se vassalo da Santa Sé, obrigando-se, por si e pelos seus descendentes, ao pagamento de um censo anual.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Dever de Memória

A 17 de Junho de 1974, Giuseppe Mazzola (60 anos) e Graziano Giralucci (29 anos) eram executados durante um ataque das Brigadas Vermelhas à sede regional do Movimento Social Italiano (MSI) em Pádua.
Um comando de cinco pessoas, equipadas com pistolas e silenciadores, entraram na sede às 9h30 daquele dia, numa acção paramilitar que tinha como objectivo principal roubar documentos do partido. Naquela manhã, na sede, por acaso, estavam Mazzola ("carabiniere" aposentado e responsável pela contabilidade) e Giralucci (agente de comércio, praticante de rugby e militante "missino"), que foram abatidos a sangue-frio. Esta foi a primeira acção reivindicada pelas Brigadas Vermelhas.
O grupo de música alternativa italiana La Compagnia dell’Anello dedicaria às vítimas a música Padova 17 Giugno.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Revolução Nacional

A Revolução de 28 de Maio de 1926, Golpe de 28 de Maio de 1926 ou Movimento do 28 de Maio, também conhecida por Revolução Nacional, foi um pronunciamento militar de cariz nacionalista e anti-parlamentar que pôs termo à Primeira República Portuguesa, levando à implantação da auto-denominada Ditadura Nacional, depois transformada, após a aprovação da Constituição de 1933, em Estado Novo, regime que se manteve no poder em Portugal até à Revolução dos Cravos de 25 de Abril de 1974. De vulgar golpe militar, o movimento iniciado a 28 de Maio transformou-se numa vastíssima coligação de republicanos conservadores, monárquicos e nacionalistas revolucionários com um núcleo de jovens oficiais, apoiado e aceite por todos os sectores sociais e pela esmagadora maioria dos portugueses A revolução começou em Braga, comandada pelo general Gomes da Costa, sendo seguida de imediato em outras cidades como Porto, Lisboa, Évora, Coimbra e Santarém. Consumado o triunfo do movimento, a 6 de Junho de 1926, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, Gomes da Costa desfila à frente de 15 mil homens, sendo aclamado pelo povo da capital.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

C9M

No dia 7 de Maio de 1994, em França, o GUD (Grupo União e Defesa) e a JNR (Juventude Nacional-Revolucionária) organizaram uma manifestação com o objectivo de protestar contra a ostentação ultrajante das comemorações do desembarque americano do dia D. Era também a ocasião para apontar todas as mortes causadas durante os últimos 50 anos pelas guerras do imperialismo yankee.

Sébastien Deyzieu, jovem militante nacionalista francês de 22 anos, saiu de casa para participar nessa manifestação mas nunca regressou. Num episódio ainda por esclarecer, polícias à paisana perseguiram-no até aos telhados de um edifício do centro de Paris, de onde caiu em estranhas circunstâncias. Após dois dias de agonia, faleceu no hospital, tocando a consciência de muitos franceses e convertendo o dia 9 de Maio numa jornada de lembrança e luta para todos os patriotas gauleses.

Desde há 14 anos, todos os dias 9 de Maio, centenas de pessoas marcham por Paris em honra de Sébastien Deyzieu, depositando coroas de flores no lugar onde encontrou a morte e repelindo com bravura, como ocorreu em 2006, as agressões de quem se interpõe no caminho.