Reunindo mais de 600 pessoas, a Convenção Identitária 2009 duplicou o número de participantes em relação ao encontro de 2007. Esta convenção representou sem qualquer dúvida — e até com o reconhecimento dos próprios meios de comunicação social — um salto quantitativo e qualitativo para o movimento identitário.
O Bloc Identitaire e os seus movimentos associados anunciaram a multiplicação das iniciativas eleitorais, ao mesmo tempo que os diferentes grupos juvenis identitários anunciaram o lançamento de uma campanha comum "Une Autre Jeunesse" (Uma Outra Juventude).
Por fim, a Convenção abriu uma nova etapa na colaboração entre movimentos europeus, com um projecto de formação comum de quadros, em colaboração com os partidos Vlaams Belang (Bélgica) e Lega Nord (Itália).
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Rescaldo da Convenção Identitária 2009
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Dissidentes 2.0
Desde a sua criação, os Identitários fizeram da internet uma arma ao serviço da defesa das nossas identidades. Inscrevendo-se numa abordagem profundamente arqueofuturista, foi sobre a plataforma de blogues, de fóruns, através de faxes ou e-mails, que os militantes da mais longa memória frequentemente lançaram ataques contra a fortaleza da uniformização.
Recentemente, o vídeo de uma terrível agressão descoberta e difundida graças a um conjunto de vectores de difusão 2.0 (a rede de segunda geração — em especial a rede social Facebook, as plataformas vídeo Youtube e RuTube, um fórum de videojogos, o blogue Fdeshouche), pôde chegar a centenas de milhares de pessoas, até forçar os meios de comunicação «tradicionais» a divulgar o sórdido — e banal — acontecimento. Não há dúvida que este acontecimento não tem nada de anedótico. Pela primeira vez, a relidade impôs-se na imprensa por meio de uma pressão popular exercida pelos canais ainda incontroláveis. Os governantes, esses, perceberam bem o que está a passar-se e a gritante prova são as actuais tentativas actuais de colocar a internet sobre tutela estatal.
Pioneiros da utilização da internet como ferramenta militante (em complemento da acção sobre o terreno, de modo a que, por exemplo, um vídeo de uma acção possa ser transmitido ainda que seja necessário ter realizado essa acção...) continuamos a olhar de uma forma particular a evolução das novas tecnologias. Dessa forma, nos últimos meses, tanto o sítio do Bloc Identitaire como a agência Novopress sofreram uma remodelação que teve em conta as novas possibilidades da internet. Ao mesmo tempo, a utilização do audio e do vídeo foi aumentada, já que cada vez mais militantes são formados nessas técnicas de comunicação. Daqui em diante, com muito pouco investimento material, qualquer um de nós poderá ser a imprensa e tornar-se ao mesmo tempo vector de verdade e protagonista da resistência.
Fabrice Robert
Presidente do Bloc Identitaire
Fonte: Blog Identitaire
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Acampamento Identitário 2009
O Acampamento Identitário 2009 terá lugar na região parisiense, dos dias 17 a 22 de Agosto. Realizado no âmbito do ciclo «Revoltas contra o mundo moderno» inaugurado no ano passado, este 7º acampamento será consagrado às revoltas populares parisienses. A partir deste mote central, as temáticas sociais e económicas serão desenvolvidas em diferentes intervenções e conferências. Sob a direcção de Franck Lancier e de Jean-David Cattin, será também a ocasião de assegurar a passagem de testemunho à nova equipa encarregue da organização dos acampamentos de Verão. Como de costume, o campo associará à reflexão e formação política, ateliers práticos, actividades físicas e momentos de comunidade. O acampamento de Verão é um momento privilegiado na vida do movimento identitário, selando a fraternidade e a coesão entre os militantes de primeira linha. Não falhem e marquem já este encontro na vossa agenda.
Fonte: Camp Identitaire
segunda-feira, 18 de maio de 2009
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Identidade - Solidariedade - Potência
A IDENTIDADE, porque a nossa Europa não se baseia sobre um «contrato social» nem sobre um «mercado comum», nem sobre um «conjunto de valore» leves, mas antes sobre uma identidade que o velho europeu Dominique Venner faz remontar a 30 000 anos. Os europeus estão profundamente ligados entre si por uma mesma visão do mundo, por uma igual perspectiva sobre o amor, a guerra e a morte. Para que a Europa se torne uma verdadeira força política, para que a Europa esteja realmente unida, a sua identidade deve ser claramente enunciada. É por isso que reclamamos a inscrição das raízes heleno-cristãs da Europa nos tratados e uma e exacta definição das suas fronteiras. O que significa muito claramente a recusa absoluta de adesão de países europeus à União, quer se trate da Turquia, Marrocos ou Israel.
A SOLIDARIEDADE, entre os nossos povos e as nossas nações, unidas por um mesmo passado e um mesmo destino («Europa o teu futuro é o nosso», como dizia e bem um canto apelando aos heróis de outrora) através de uma verdadeira união política fundada sobre o princípio de subsidiariedade. Mas também uma solidariedade social que faça da Europa, através de um proteccionismo assumido, o verdadeiro espaço de defesa dos nossos empregos e das nossas empresas, face a um capitalismo mundializado cuja locura ultrapassa todos os limites.
A POTÊNCIA, porque a Europa é a primeira potência mundial e deve afirmar-se como tal! Não para dominar, muito pelo contrário, porque a sua força será um factor de estabilidade e de paz à escala mundial, criando um verdadeiro mundo multipolar, nomeadamente através de uma parceria reforçada com os nossos irmãos russos. A afirmação dessa potência Europa passa em primeiro lugar pelo abandono da NATO por todos os países europeus e pela criação de uma organização de defesa europeia.
Bloc Identitaire
quarta-feira, 1 de abril de 2009
O Activismo?
"Num mundo moderno onde reinam como mestres o consumo, o gosto do «zapping» e do efémero, o compromisso militante traduz-se demasiadas vezes numa paixão passageira, ou mesmo furtiva, que, se é por vezes de grande intensidade, raramente se inscreve na construção e na duração, factores indispensáveis de credibilidade e eficácia.
Para muitos, o activismo não é, com efeito, mais do que um «tempo» da vida, compreendido geralmente entre o fim dos estudos e a entrada na vida activa, uma espécie de parêntese antes das «coisas sérias» que são as modalidades da vida burguesa. Resumindo, uma espécie de crise de adolescência mais ou menos tardia que não resiste às exigências materiais e às responsabilidades da idade adulta.
Assim, após, na melhor das hipóteses, algumas lutas mais ou menos romanceadas e sobretudo muitas noites de revolução etílica, arruma-se a bandeira e os panfletos na caixa das recordações, entre o camião de bombeiros e o primeiro romance inacabado, para vestir o uniforme cinzento de funcionário exemplar que crê dessa maneira tornar-se um «bom cidadão», amado e respeitado, e um «bom pai de família» enquanto não é, na realidade, mais do que um desertor de segunda categoria e um traidor do futuro do seu povo e das suas crianças, que crê no entanto «proteger» renunciando ao combate."
Pierre Chatov
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Projecto Apache - para não acabar como eles
É sob o duplo patrocínio do último grande chefe de um povo de homens livres e da figura do rebelde em luta contra a sociedade burguesa alimentada de miséria e injustiça que colocamos a nossa acção, que é sobretudo um grito de revolta.
Revolta contra o sombrio futuro que nos preparam, revolta contra a uniformização e a indiferenciação de um cosmopolismo sem amo, revolta contra uma sociedade materialista para a qual a natureza é apenas um sinónimo de terreno para exploração, projecto imobiliário ou espaço de lazer, que não oferece às famílias parisienses mais do que intoxicação alimentar e ambiental e miragens consumistas, revolta contra a violência que ameaça os nossos irmãos e irmãs nas esquinas das ruas e nos recantos dos edifícios, revolta contra o Estado cúmplice dos bárbaros que são a falsa justificação da sua omnipresença nas nossas vidas, revolta contra a tirania financeira que nos quer como rebanhos incultos, assexuados e conformados.
Nós, filhos de Paris e de Ile de France, orgulhosos da nossa história, da nossa identidade e das nossas raízes, recusamos ser os últimos moicanos de uma reserva cercada por todas as partes, submissa ao jugo da grande superfície, da perversidade, do crescente da bandeira estrelada.
Porque agimos por amor (aos nossos, aos nossos antepassados, à criação, à diversidade do mundo...), combatemos com força e determinação tudo e todos os que ameaçam o nosso imprescindível direito de viver na nossa terra, segundo os nossos valores e as nossas leis. Recusa ser um mais um peão bloqueado entre a escravatura salarial, o embrutecimento televisivo e as escapatórias virtual: junta-te ao Projecto Apache!
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Revista ID nº14
«É por isso que é útil recordar que a "não violência" so é digna e portadora de sentido se existir realmente a possibilidade dessa violência, ou seja, se for uma verdadeira escolha e não a simples consequência de uma fraqueza, de uma resignação ou de uma cobardia. Resumidamente, é preciso ter capacidade de desferir golpes para que seja respeitável o facto de os reter. Em política, como a história demonstrou repetidamente, a violência não deve evidentemente ser um fim, contudo continua frequentemente a ser um meio, às vezes uma justa e imperiosa necessidade e deve em todo o caso permanecer uma possibilidade.»
Pierre Chatov
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
E enquanto isso...
O poder de sideração dos meios de comunicação é indiscutivelmente ilimitado. Assim, através da sua "Obamania" compulsiva, a esfera mediática teve êxito em fazer de uma eleição estrangeira, que se joga entre dois peões do sistema especulador mundial, um objecto de paixão e entusiasmo para os povos europeus em geral e para o povo francês em particular. É verdade que o futebol e a realidade começavam a não desviar suficientemente a atenção dos franceses das dificuldades do seu quotidiano e da incerteza do seu futuro. Era por isso necessário um novo objecto de diversão e de interesse artificial. O messias Obama terá desempenhado este papel, assistindo-se hoje com alguma surpresa e incompreensão ao júbilo de muitos dos nossos compatriotas com essa eleição que não mudará rigorosamente nada do que quer que seja (pode mesmo pensar-se que a pobre comunidade negra americana será a primeira a dar-se conta...), principalmente no que diz respeito aos problemas e perigos que ameaçam a existência dos europeus.
Porque durante este tempo, a indústria automóvel anunciou a dispensa de funcionários para compensar a diminuição de encomendas.
Os pára-quedas dourados dos grandes ladrões continuam a abrir-se tranquilamente.
A insegurança tornou-se uma banalidade tal, que é encarada pelas pessoas como uma fatalidade que nunca terá fim, não valendo mais a pena mencionar o assunto. Preparam-se planos sociais em numerosos sectores da economia.
A escola não produz mais que ignorantes e bárbaros.
Deixem por isso a geostratégia de café e as histerias colectivas aos ociosos.
Os nossos principais campos de acção são o desenvolvimento de uma imprensa que escape ao consenso ideológico totalitário a que assistimos todos os dias entre as televisões e a "imprensa de referência", a multiplicação de estruturas comunitárias, tipo Vlaams Huis, que oferençam uma alternativa concreta à atomização liberal, a instauração de sistemas educativos alternativos, o desenvolvimento de uma economia militante assente na ética e no localismo, a produção de obras de verdade contra-cultura enraízada e, como sempre, a formação intelectual e política.
Cada alma salva da desculturização e das patologias materialistas é uma vitória mais importante que todas as eleições do mundo, sobretudo aquelas em que o resultado é decidido nos bastidores de Wall Street.
Pierre Chatov