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quinta-feira, 14 de maio de 2009

Força!

"Nós sabíamos que, através do universo, havia inúmeros jovens, que, com todas as suas diferenciações nacionais, se nos assemelhavam. Alguns dentre eles tinham sofrido a guerra em crianças, outros as revoluções nos seus países, todos a crise. Sabiam o que tinha sido a sua Nação, o seu passado, queriam agora acreditar no seu futuro. Viam brilhar, constantemente, diante deles a cintilação imperial. Queriam uma nação pura, uma raça pura. Gostavam de viver juntos nessas imensas reuniões de homens, onde os movimentos ritmados dos exércitos e das massas parecem as pulsações dum vasto coração. Não acreditavam nas promessas do liberalismo, na igualdade dos homens ou na vontade do povo, mas acreditavam, sim, que do investigador ao director de indústria, ao poeta, ao sábio, ao trabalhador manual, uma Nação é una, exactamente como é una uma equipa desportiva. Não acreditavam na justiça que se apoia nas palavras, mas na justiça que reina pela força. E sabiam que dessa força poderia nascer a alegria."

Robert Brasillach

segunda-feira, 30 de março de 2009

«Turbodinamismo»

No centro de Roma, dezenas de cartazes de dois metros por dois, de Robert Brasillach, sublinham o lançamento do projecto artístico «Turbodinamismo», pela CasaPound.

Roma despertou esta manhã sob o olhar de Robert Brasillach, grande poeta e escritor francês fuzilado em 1945, cujo centenário do nascimento se comemora amanhã. Da via del Corso à Piazza Farnese, da via del Babuino à piazzale Flaminio, passando pela via Nazionale, a piazza San Calisto ou Trastevere, a capital está coberta de centenas de cartazes do poeta. A acção foi reivindicada pela CasaPound que explica: «Na noite de 29 a 30 de Março, comemorámos dignamente o nascimento do «Turbodinamismo» — corrente artística recém-nascida, ligada à associação para a promoção social CasaPound Itália — colando dezenas de cartazes que arvoram o retrato de um dos maiores poetas europeus, Robert Brasillach».

O poeta francês, autor dos lendários «Poèmes de Fresnes» mas também de «Notre avant-guerre», foi assassinado no dia 6 de Fevereiro de 1945. Nós quisemos prestar homenagem a este artista genial e irreverente. Podíamos também ter utilizado a imagem de Nietzsche, Buda, Evola, Debord ou desenhar a barba de Marx. Não excluímos fazê-lo no futuro. Aos que se interrogam por que fazemos isto, principalmente pela irreverência, o gosto da boutade como forma de arte.

Reivindicamos o direito ao «gesto belo», anunciamos assim o aparecimento dos «Turbodinamisti», artistas filósofos autoproclamados filhos de todos e de ninguém.